
Mais o mundo gira, o mundo é uma bola. Hoje você pode estar sorrindo, amanhã chorando.

Mais o mundo gira, o mundo é uma bola. Hoje você pode estar sorrindo, amanhã chorando.

É como se o mundo parasse quando você sorri, é estranho.

Eu quero sorrir sempre que você me beijar. Por isso quero sorrir sempre. Quero poder te abraçar, sempre que chorar. Por isso quero chorar sempre. Quero poder ser feliz, sempre que você estiver ao meu lado. Quero isso sempre, pena que não posso ser feliz sem você.

”A morte é como o veneno que traz a cura, o sono que faz acordar, a despedida que obriga a amar, a coragem que oferece o medo, o pôr-do-sol que refugia a lua, o abraço que oculta um doce beijo, as vestes que veste a alma nua.
A morte é a lágrima que poupa a dor, a música que destrói o silêncio, a paciência que acelera o tempo, o perdão que convida o rancor; A morte é bela, a morte é cinza, a morte é a capacidade de se sentir vivo quando a vida não te dá uma vida.
Uma coisa tão bela de se assistir, um sorriso tão falso de se sorrir; Um eterno amor a distância, uma paixão não-correspondida que alimenta a circunstância, de fugir de um fim tão óbvio, um inconsciente tão perto do sóbrio.
Se resume em um sem-querer de propósito, que está desenhado no final da minha história, lá em baixo, não tão longe daqui, sobre as linhas do papel branco que eu ainda não escrevi.”
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Não foi você que me disse que sempre estaria do meu lado? Então, cadê você agora? Ah é, você me esqueceu. Não ter você aqui comigo dói, uns acham idiotice de minha parte, mas tem pessoas que me entende, que sabe o quanto machuca e destrói por dentro não ter a pessoa que você ama por perto, você acha que eu não quero você aqui? Você acha que não dói? Você acha que eu estou bem por não ter você aqui, perto de mim? Pois é, eu quero você aqui, dói não ter você aqui, e eu não estou bem por não ter você aqui perto, mas quem liga? Ninguém se importa com o que eu sinto ou deixo de sentir, não é? A “sociedade” de hoje não liga mais para os sentimentos, só liga para si mesmo. Eles acham que palavras não tem poder, mas eu vou te contar uma coisa: Elas tem mais poder do que você pensa. Você disse que iria ficar pra sempre, mas se foi na primeira oportunidade. Dói lembrar de certas coisas, dói ler certas coisas, dói ouvir certas coisas, só que ninguém se importa. Eles pergunta se você está bem mas na real eles não se importa com você, eles só ligam para si mesmo. Eu vou te contar uma coisa: Eu também tenho sentimentos, eu também choro, também sorrio, eu sou igual a todo mundo. Ninguém é melhor que ninguém, embaixo da pele é sangue e ele é vermelho.
E em busca de amor, eu continuo, tropeçando em pedras, me perdendo em entradas, me ferindo com espinhos, me entupindo de mágoas (…) Eu continuo, sem destino certo, e nem caminho traçado, pois o amor é assim um jogo sem fim (…)

Prisoneiro é assim que me sinto, não existe outra explicação, por mais que uma pessoa não tenha escolha do que sentir é inevitável não sonhar, criar expectativas meus pensamentos? Seria mais logico dizer teu pois é a única coisa que se encontra por lá, é uma mistura de tudo, amor e tristeza, por mais que o amor seja uma coisa boa, ele sempre fara você sofrer por ele, e seria mais fácil se estivesse nós dois lutando por ele, não só eu sonhando alto.
-Sam


Sabe zé, ando meio cansada das coisas, cansada de sofrer, cansada de me decepcionar com tudo e com todos, estou cansada da vida. Parece que nada mais da certo pra mim. Está sendo difícil encontrar o caminho de volta para a felicidade. Em um dia estou feliz e satisfeita com tudo e no outro dia me sinto perdida, sim perdida, pois não tenho à quem recorrer naquela minha hora de fraquejo. Zé, você se lembra daquele café docinho que eu tomava toda manhã ? Hoje ele já não é mais assim, agora está frio e amargo, assim como minha vida. Mas não se preocupe, eu gosto assim. O verão sai e da lugar para o inverno. A carência aumenta e me sinto mais sozinha. Me responde uma coisa zé. Cade aqueles que diziam que sempre estariam comigo, que nunca me magoariam ? Cade zé ? Eles sumiram. Os únicos que não me abandonam é essa folha velha de papel, que nela coloco pra fora tudo aquilo que precisa ser descartado. E levo sempre comigo também aquele lápis com ponta velha de tanto escrever. Coração na mão, aperto no peito, borboletas no estômago, que coisa mais estranha de se sentir não é ? Mas quer saber de uma coisa ? Chega de sofrer por quem não merece minhas lágrimas. -